Em Sonora, na região Norte de Mato Grosso do Sul, o trabalho em altura aparece em telhados de armazéns, torres, silos, fachadas, andaimes e manutenção industrial. A NR-35 define que qualquer atividade acima de 2 metros com risco de queda exige trabalhador capacitado, análise de risco e sistema de proteção.
O primeiro passo é mapear quem executa a atividade. Em empresas ligadas a usina de etanol e lavouras, é comum encontrar eletricistas, montadores e pessoal de manutenção fazendo trabalho em altura sem o treinamento formal de 8 horas. Esse mapeamento entra no inventário de riscos do PGR.
O segundo passo é capacitar: o treinamento NR-35 Trabalhador tem 8 horas e validade de 24 meses. Supervisores precisam do curso de 40 horas. Com conteúdo online, a equipe de Sonora faz o treinamento sem parar a produção, e o certificado sai com responsável técnico e código verificável.
O terceiro passo é a documentação: Análise de Risco (AR), Permissão de Trabalho (PT) para atividades não rotineiras, inspeção dos equipamentos de proteção contra quedas e registro da aptidão no ASO. Fiscalizações em MS costumam pedir exatamente esse conjunto.
Por fim, defina a rotina de reciclagem. Mudança de função, afastamento longo ou acidente exigem novo treinamento antes do prazo. O painel do RH avisa 30 dias antes do vencimento de cada certificado da sua empresa em Sonora.